sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Alter do Chão - o caribe amazônico



Alter do Chão é uma surpresa no meio da Amazônia. O pequeno vilarejo à cerca de 30km da cidade de Santarém (PA), está às margens do rio Tapajós. Suas praias de areias brancas banhadas pelas águas claras e esverdeadas - isso mesmo, esverdeadas! - lhe valeram o apelido de "Caribe Amazônico".


Apenas uma hora de voo separa Manaus de Santarém e a rota é bem servida por Tam e Gol em frequencias diárias. O aeroporto internacional é simples, mas atende bem aos visitantes. A estrada de acesso ao balneário foi recapeada visando o conforto dos turistas.



As opções de hospedagem não são muitas. Nossos parceiros na cidade são o Hotel Mirante da Ilha e o Hotel Beloalter.


O primeiro está situado na rua Lauro Sodré, bem em frente às praias, a poucos passos da escadaria onde estão as catraias - pequenas canoas - que atravessam os visitantes até a praia. Com apartamentos divididos em tres andares, o hotel é moderno e confortável.

Já o Beloalter fica na entrada da vila, às margens do Lago Verde e conta com apartamentos bem equipados distribuídos numa bela área verde.



Na praia, o visitante dispõe de pequenos restaurantes e bares oferecem mesas e guardassóis e que servem bebidas e comidas enquanto você se refresca nas águas claras do Tapajós. Além disso, uma boa pedida é fazer um passeio de barco e visitar as praias mais distantes. Ele pode ser contratado no hotel ou, se você estiver em um grupo, seu guia pode agendar uma saída exclusiva para você e seus companheiros de viagem. O preço pode variar e depende do numero de passageiros, mas fica em torno de R$ 35, por pessoa.



Em uma das oportunidades que estivemos em Alter com um grupo de clientes, fizemos um passeio exclusivo para os passageiros do grupo. Após o embarque, demos uma volta no Lago Verde e depois seguimos direto para a praia de Ponta de Pedra, viagem de aproximadamente uma hora e meia. Ao sair da regiao da Vila de Alter do Chão e entrar no rio Tapajós, fica claro o porquê do encanto que o lugar exerce. Pela manhã há muito vento e o rio - muito largo - se encapela criando ondas iguais às do mar. Isso e a cor verde do rio, é facil você achar que está em algum destino no Caribe e não no meio da Floresta Amazônica.





Quase sem estrutura, a praia de Ponta de Pedra leva esse nome por causa da formação que ergue-se bem no meio da areia (quando o rio está baixo). Quando estivemos lá - em setembro - o rio ainda estava baixando e a pedra estava cercada pela água. Impossível resistir a um mergulho. A água parecia mesmo com a do mar do Caribe, mas era doce e morna. Uma delícia! No local há somente alguns restaurantes rústicos, mas que servem um peixe espetacular. A pouca estrutura deixa a praia ainda mais paradisíaca. Pelas características do lugar - com relevo muito suave e pouco acidentado - a água cobre uma larga extensão de areia o que faz com que a profundidade aumente gradativamente, tornando o lugar ideal para famílias com crianças. Há acesso por terra também.



Depois de um dia agradável e um almoço delicioso, voltamos ao barco e iniciamos a viagem de volta. Fizemos uma breve parada na Ponta do Cururu, faixa de areia que se estende por varios metros e que não tem nenhuma barraca ou sinal de civilização. Conforme o rio baixa, a faixa fica maior e um numero tambem maior de barcos páram para aproveitar o dia.

Então, venha conhecer ou revisitar este paraíso, o nosso "Caribe Amazônico". Consulte nosso site e fique de olho em nossas promoções e grupos especiais.



Boa viagem!

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